Não devemos e nem podemos atirar pedras em ninguém
mesmo porque quem atira pedras é quem cultiva britas e avalanches no seu
interior.
Só deveríamos atirar flores cultivadas no jardim da nossa verdadeira essência. Plantamos, regamos e colhemos as mais belas e perfumadas espécies.
Só deveríamos atirar flores cultivadas no jardim da nossa verdadeira essência. Plantamos, regamos e colhemos as mais belas e perfumadas espécies.
Jesus disse: “Não julgueis para não serem
julgados. Com a mesma balança que pesais vos pesarão a vós e com a mesma medida
que medirem vos medirão também.”
Ouvi atentamente o vídeo abaixo repleto de uma
beleza imensurável e de uma grandeza que só os seres virtuosos reverberam em
sua alma.
Não existem culpados por todas as mazelas que o “covide-19” vem espalhando e vitimando em todo o planeta: Filhos órfãos, desemprego em massa, família dizimadas, pela fome, ou pela falta de leito nos hospitais.
Os senhores do poder, engessados, procuram soluções embora a ciência não explique porque jovens e crianças sadias sucumbem a esta hecatombe enquanto centenários, jovens sadios, recém-nascidos, e crianças desnutridas, sem anticorpos, conseguem vencer a fúria deste vil tão letal.
O mundo foi pego de surpresa e não podemos responder a tantas indagações. Porque médicos, enfermeiros munidos de proteção tem sucumbido ante a força desta pandemia?
Não existem culpados por todas as mazelas que o “covide-19” vem espalhando e vitimando em todo o planeta: Filhos órfãos, desemprego em massa, família dizimadas, pela fome, ou pela falta de leito nos hospitais.
Os senhores do poder, engessados, procuram soluções embora a ciência não explique porque jovens e crianças sadias sucumbem a esta hecatombe enquanto centenários, jovens sadios, recém-nascidos, e crianças desnutridas, sem anticorpos, conseguem vencer a fúria deste vil tão letal.
O mundo foi pego de surpresa e não podemos responder a tantas indagações. Porque médicos, enfermeiros munidos de proteção tem sucumbido ante a força desta pandemia?
Voltamos aos céus e perguntamos aonde se esconde Deus
nesta hora que aos olhos humanos parece não ser justo em sua infinita bondade?
Quem enviou ou criou este vírus invisível capaz de paralisar o mundo, desmontar armas nucleares, mexer com a
economia, destronar poderosos e deixar os cientistas sem ação? Qual o propósito
de tudo isto?
Correto seria perguntar: "Para que" e não "por que" este caos se alastrou?
Será uma lição ao egoísmo, a ambição, a roubalheira, ao individualismo, a indiferença que se alojou nos corações humanos? Será uma resposta a destruição da natureza, ao efeito estufa, a poluição dos rios e mares que recebem metais pesados na extração de minérios, matando centenas de seres vivos? O desmatamento e as queimadas das florestas em toda a Terra?
Será uma lição ao egoísmo, a ambição, a roubalheira, ao individualismo, a indiferença que se alojou nos corações humanos? Será uma resposta a destruição da natureza, ao efeito estufa, a poluição dos rios e mares que recebem metais pesados na extração de minérios, matando centenas de seres vivos? O desmatamento e as queimadas das florestas em toda a Terra?
Milhares de fugitivos das guerras estão morrendo de fome e frio ou dizimados pelo vírus nos " campos de concentração" - aonde são jogados e esquecidos.
Perdoem-me se entro em contradição ao afirmar que todos merecem flores. Não. Nem todos as merecem. Os corruptos, os que desviam dinheiro destinados a compra de leitos, medicamentos, respiradores, equipamentos de proteção e respiradores ineficientes confeccionados com o intuito de ganhar dinheiro sujo; toda esta corja merece sim, ser apedrejada em praça pública sem julgamento e sem piedade. Afinal são assassinos da fé e da vida humana.
Facínoras que escondem as mãos sangrentas nos bolsos dos paletós de linho engomados e, os lucros depositados em bancos muito além das nossas fronteiras.
Que as flores cultivadas nos nossos jardins sejam
oferecidas aos verdadeiros heróis – médicos, enfermeiros, coveiros e a toda a
equipe hospitalar e aos que dirigem ambulância de um hospital a outro correndo
contra o tempo na tentativa de salvar vidas. Aos anônimos que distribuem marmitas aos moradores de ruas e levam gêneros alimentícios nas comunidades carentes. Estes sim merecem como medalhas as
flores mais belas e perfumadas da gratidão. Medalhas estas colocadas sobre o coração dos verdadeiros
seres humanos, altruístas, sensíveis, missionários, capazes de dar a vida pelo semelhantes
honrando o juramento de Hipócrates: “Eu prometo solenemente consagrar minha vida ao
serviço da humanidade; a saúde e o bem-estar de meu paciente serão as minhas
primeiras preocupações”
E àqueles que perderam a vida de seus entes queridos revoltados pelo descaso e pela falta de vagas nos hospitais públicos?
Fica o nosso pedido de desculpas, a nossa solidariedade, nossas lágrimas vertidas sobre coroas de flores rochas de dor pedindo aos céus que as console e que as reanime sem jamais perder a arma da fé.
Fica o nosso pedido de desculpas, a nossa solidariedade, nossas lágrimas vertidas sobre coroas de flores rochas de dor pedindo aos céus que as console e que as reanime sem jamais perder a arma da fé.
Rio, 09/05/202 Jailda Galvão Aires.

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