sábado, 11 de novembro de 2017

CONTRATAÇÃO DE MÉDICOS CUBANOS



Estou pensando, nos QUATRO MIL MÉDICOS, contratados de Cuba. Temos ótimos profissionais no Brasil que se recusam a
ocupar estas vagas porque sabem que os hospitais públicos não têm recursos emergenciais, medicamentos, instalações, aparelhos e os mais simples fármacos como: algodão, mertiolate, álcool, esparadrapos, água oxigenada, antitérmicos, antifebris etc., presentes em qualquer farmácia doméstica.
Quando digo estar preocupada com os cubanos é porque eles desconhecem as arapucas  que os esperam. Cito algumas: macas nos corredores, doentes no chão entre moscas e contaminações a um calor escaldante. Médicos, honrando o juramento, e operando à luz de lanterna. Mulheres parindo nos passeios, nas ruas por serem mandadas de um lugar para outro e morrendo (mãe e filho) sem atendimentos. Velhos, que contribuíram com os descontos em folhas de pagamento ou em impostos, antecipando a morte natural, por falta de atendimento. O médico vivendo a angústia da escolha entre dois ou mais pacientes, qual deles merece viver ou morrer porque só conta com um aparelho de 

oxigênio. Quem assistiu ao filme "A Escolha
de Sofia", pode entender a dor cruel e
culposa da escolha. Como semideus, juízes 
ou carrascos terminam por levar ao cadafalso
o idoso de 75 anos em prol da criança de 
dois ou dez anos. Após a escolha fica uma pergunta no peito que jamais se calará: - O idoso trabalhou a vida inteira e pode até ter ajudado a erguer este hospital, vejam suas mãos calejadas... Não merece ele viver? 
E se esta criança que salvei se tornar amanhã,  um bandido a matar inocentes inclusive eu ou a minha família?
Não desejaria a mim e nem aos meus filhos,

se médicos fossem, o tormento cravado na consciência por infame decisão.
Voltando aos cubanos, certamente estão recebendo carta de alforria, ao deixar a ilha “Castradora” para sempre. Sei que a medicina para eles é devotada missão, mas, como exercê-la sem os mais elementares recursos?
Lula, por fidelidade a Cuba, devolveu os dois cubanos esportistas, que se esconderam em nosso torrão pedindo asilo político. Quem 

não se lembra disso?
Dilma, agora, o faz de forma generosa... Alguém pode me explicar?!


Estou pensando, nos QUATRO MIL MÉDICOS, contratados de Cuba. Temos ótimos profissionais no Brasil que se recusam a
ocupar estas vagas porque sabem que os hospitais públicos não têm recursos emergenciais, medicamentos, instalações, aparelhos e os mais simples fármacos como: algodão, mertiolate, álcool, esparadrapos, água oxigenada, antitérmicos, antifebris etc., presentes em qualquer farmácia doméstica.
Quando digo estar preocupada com os cubanos é porque eles desconhecem as arapucas  que os esperam. Cito algumas: macas nos corredores, doentes no chão entre moscas e contaminações a um calor escaldante. Médicos, honrando o juramento, e operando à luz de lanterna. Mulheres parindo nos passeios, nas ruas por serem mandadas de um lugar para outro e morrendo (mãe e filho) sem atendimentos. Velhos, que contribuíram com os descontos em folhas de pagamento ou em impostos, antecipando a morte natural, por falta de atendimento. O médico vivendo a angústia da escolha entre dois ou mais pacientes, qual deles merece viver ou morrer porque só conta com um aparelho de 

oxigênio. Quem assistiu ao filme "A Escolha
de Sofia", pode entender a dor cruel e
culposa da escolha. Como semideus, juízes 
ou carrascos terminam por levar ao cadafalso
o idoso de 75 anos em prol da criança de 
dois ou dez anos. Após a escolha fica uma pergunta no peito que jamais se calará: - O idoso trabalhou a vida inteira e pode até ter ajudado a erguer este hospital, vejam suas mãos calejadas... Não merece ele viver? 
E se esta criança que salvei se tornar amanhã,  um bandido a matar inocentes inclusive eu ou a minha família?
Não desejaria a mim e nem aos meus filhos,

se médicos fossem, o tormento cravado na consciência por infame decisão.
Voltando aos cubanos, certamente estão recebendo carta de alforria, ao deixar a ilha “Castradora” para sempre. Sei que a medicina para eles é devotada missão, mas, como exercê-la sem os mais elementares recursos?
Lula, por fidelidade a Cuba, devolveu os dois cubanos esportistas, que se esconderam em nosso torrão pedindo asilo político. Quem 

não se lembra disso?
Dilma, agora, o faz de forma generosa... Alguém pode me explicar?!

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