sábado, 11 de novembro de 2017

Estou pensando que: existem DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS no julgamento humano.
Toda vez que uma mãe abandona o filho ao dar a luz, por razões que julgamos inconcebíveis e monstruosas, nunca, na hora da reportagem (falada ou escrita) o nome do pai é mencionado, ainda que ela mesma não saiba com exatidão por ter tido outros parceiros. Acho isto de uma injustiça ímpar. Toda a culpa recai sobre a mãe, e ...o homem mais uma vez sai incólume, ausente, sendo ele o primeiro a abandonar o filho. Deixou a parceira ao léu da sorte, sem assistência física, emocional e material. Acredito que se ela não abortou é porque não tinha intenção de abandonar o bebê. O desespero seguido da solidão, depressão e pânico veio no momento de dar a luz, em completo abandono. Deveria existir uma lei que obrigasse cada mãe solteira a apontar o nome do pai, ou dos supostos, a fim de que eles lhe dessem assistência. Se fosse possível, um exame de DNA, caso contrário todos os apontados seriam obrigados a prestar-lhe toda assistência e auxílio. Sendo o suposto de menoridade, os pais seriam responsabilizados a dar assistência aos dois. Acredito que uma Lei justa tanto reeducaria como faria o homem se sentir responsável pelos seus atos.
O respeito à jovem e todo o sofrimento que possa lhe causar, deveria ser ensinado em casa, nas escolas e nas igrejas, obrigatoriamente. Infelizmente existe negligência de muitos pais na criação de seus filhos ensinando aos meninos que não podem sair pelo mundo, quais reprodutores, espalhando seus espermas sem responsabilidade. Gostariam ou aprovariam se isto acontecesse com sua(s) filhas?
Perante os homens, ele, pai ausente e indiferente, pode sair cantando de galo, mas, perante Deus não. A Lei Universal, do Criador diz claramente: Todo aquele que semeia colhe". É LEI DE CAUSA E EFEITO.
Jailda Galvão Aires.

Nenhum comentário:

Postar um comentário